Bactéria KPC – Bahia exige notificação de casos de infecção

De acordo com divulgação feita por meio de comunicação local, os hospitais, clínicas e serviços públicos de saúde e também privados da Bahia serão obrigados a informar casos de infecção por micro-organismos resistentes, inclusive os da superbactéria Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC). A Secretaria de Saúde do estado baixou portaria tornando obrigatório o registro.

A carbapenemase (o C da KPC) é uma enzima que dá a alguns tipos de bactéria resistência a antibióticos de uso comum. Os casos estão restritos a pessoas hospitalizadas com baixa imunidade, tais como pacientes de unidades de terapia intensiva (UTIs).

A superbactéria pode ser transmitida por contato direto ou pelo uso de objetos em comum. Especialistas apontam que lavar as mãos com água e sabão é a medida mais eficaz para evitar a disseminação da KPC e dos micro-organismos resistentes no ambiente hospitalar.

9 comentários sobre “Bactéria KPC – Bahia exige notificação de casos de infecção

  1. No antibiograma deu presença de klebsiella pneumonie. Somente 3 antibióticos deu resistente, os outros todos sensíveis. Não tenho nenhum sintoma de febre, dor no corpo, tosse . Nada!!! É de se preocupar? Essa que deu no meu antibiograma não é aquela super potente né? Porque se fosse apareceria no antibiograma?

  2. porque que a bacteria KPC só é combatida por três antibioticos juntos?Quais são esses antibioticos?quero muito saber disso é muito emportante para meu trabalho escolar.por favor respepondam preciso de sua ajuda.xau.E por acaso meu nome é Carlos Fernandes de Nobrega e tenho 14 anos

    1. Olá Carlos,
      Não temos a informação de que a bactéria é combatidade por 3 tipos distintos de antibiótico. Sugerimos que procure tal informação em algum posto de saúde ou hospital. Este site apenas reúne informações sobre a bactéria.
      Att,

    2. Boa noite Carlos. A bactéria Klebsiella pneumoniae produtora de KPC, pode ser tratada com antibióticos diferentes da classe dos betalactâmicos. Geralmente se utiliza um aminoglicosídeo, como a Gentamicina ou Amicacina, caso seja sensível no antibiograma, associado com uma Fluoroquinolona como o Ciprofloxacino, caso seja também sensível no antibiograma, em casos mais drásticos como em microrganismos mais resistentes, pode-se utilizar a Polimixina, mas este antibiótico é muito tóxico para ser utilizado em tratamento de rotina.

      Espero ter ajudado.

  3. oi
    tem 16anos meu nome e vanessa xavier valim, moro em costa marques-rondonia. faço um curso tecnico de enfermagem.
    essa bacteria ela e so hospitalar ou nao? ela surgiu no brasil ou ela veio de fora?
    estou entereçada em saber muito sobre a bacteria kpc……….
    minha profissao e e sempre sera a area da medicina.
    mais desde ja agradeço a atenção.

    1. Vanessa. Sou seu coléga, fiz o Téc. de Enfermagem no 2º grau e me formei em Fármacia com especialidade em Bio-Química. A KPC é a bactéria da moda, um bichinho muito resistente, mas que como todos falam, está mais voltada para crescer em ambientes onde as pessoas estam com seu sistema imunológico comprometido por alguma doença de base. A Klebisiella em si, é uma bactéria comum do trato intestinal humano, porém, como em todos os outros casos em que superbactérias apareceram, foi fruto do uso indiscriminado de antibióticos de última geração para o tratamento de doenças curiqueiras como gripes e outras para as quais a antibióticoterapia não está recomendada, ou ainda que esteja pode ser feita com antibióticos mais simples,
      Assim também apareceu a MRSA (Stafilococcus aureos resistente a meticilina)que assola hospitais e clínicas. Por isso, é importante a recomendação que diz: Antes de tomar medicamentos, procure seu médico, e se tiver duvidas sobre o remédio prescrito, comverse com um farmacêutico, se todos fizessem isso, e lavassem as mãos com sabão e água corrente ao cuidar dos pacientes internados, essas bactérias não existiriam, ou pelo menos, não se disseminariam. Um forte abraço e parabéns pela profissão escolhida. Ricardo Peixoto

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