KPC não é a mais letal

Reportagem da Veja Online divulga nota emitida pela Anvisa, onde fiz que existem outras superbactérias mais mortíferas que a KPC.

Ainda segundo a reportagem, desde o ano de 2003, soldados americanos sobreviventes a graves ferimentos na guerra do Iraque tiveram que enfrentar um inimigo ainda mais letal quando retornaram aos Estados Unidos. Debilitados por cirurgias e entupidos de antibióticos, se tornaram presas fáceis para bactérias que atacam  pessoas com problemas de saúde. A responsável foi a Acinetobacter baumannii, que contaminou 700 soldados entre os anos de 2003 e 2007.

Ambas as bactérias são do tipo oportunistas, que no geral atacam pessoas com um quadro de saúde complicado, agravado por alguma doença. As vítimas preferidas são pessoas gravemente feridas, ou que estão internadas em UTIs, submetidas a vários procedimentos cirurgicos. As pessoas que morreram no Brasil enquadram-se neste perfil. Quem está saudável não corre riscos significativos e pode até acompanhar e visitar pacientes infectados.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/kpc-nao-e-mais-mortifera-que-outras-superbacterias

Superbactéria KPC já aparece em Minas Gerais

Em reportagem veiculado hoje pelo site Folha.com, a Anvisa informa que o Estado de Minas Gerais teve 12 casos de superbactéria KPC, de agosto de 2009 a julho de 2010. Estes são os casos confirmados pela Agência.

Além de Minas, a Anvisa tem casos registrados de Goiás, com quatro casos, Santa Catarina, com três casos e Espírito Santo também.

Veja abaixo gráfico produzido pelo site da Folha.com, sobre a superbactéria KPC:

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/820525-minas-gerais-tem-12-casos-de-superbacteria-confirmados-pela-anvisa.shtml

Combate à superbactéria KPC

Com notícia publicada hoje no portal G1, Anvisa torna obrigatória a higienização com álcool em hospitais.

A resolução torna obrigatória a utilização do álcool, seja gel ou líquido, em todos os locais onde haja atendimento de pacientes, tais como salas de triagem e de pronto-atendimento, unidades de urgência e emergência, ambulatórios e unidades de internação e terapia intensiva. Clínicas, consultórios e serviços de atendimento móvel também têm que cumprir a medida.

Ainda segundo a reportagem, o objetivo da medida é diminuir as infecções em ambientes hospitalares e impedir a proliferação de bactérias, como a superbactéria KPC.