KPC não é a mais letal

Reportagem da Veja Online divulga nota emitida pela Anvisa, onde fiz que existem outras superbactérias mais mortíferas que a KPC.

Ainda segundo a reportagem, desde o ano de 2003, soldados americanos sobreviventes a graves ferimentos na guerra do Iraque tiveram que enfrentar um inimigo ainda mais letal quando retornaram aos Estados Unidos. Debilitados por cirurgias e entupidos de antibióticos, se tornaram presas fáceis para bactérias que atacam  pessoas com problemas de saúde. A responsável foi a Acinetobacter baumannii, que contaminou 700 soldados entre os anos de 2003 e 2007.

Ambas as bactérias são do tipo oportunistas, que no geral atacam pessoas com um quadro de saúde complicado, agravado por alguma doença. As vítimas preferidas são pessoas gravemente feridas, ou que estão internadas em UTIs, submetidas a vários procedimentos cirurgicos. As pessoas que morreram no Brasil enquadram-se neste perfil. Quem está saudável não corre riscos significativos e pode até acompanhar e visitar pacientes infectados.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/saude/kpc-nao-e-mais-mortifera-que-outras-superbacterias

Higiene básica em hospitais

A principal causa para a disseminação de doenças infeccios em hospitais se dá pela falta de higiene. O simples ato de lavar as mãos deveria ser a principal arma contra a superbactéria KPC e demais contaminações hospitalares.

Deve também ser evitado o contato direto com a pele de pacientes infectados. A superbactéria é muito resistente a antibióticos por conta de uma enzima conhecida como KPC, podendo passar de pessoa a pessoa por um mecanismo conhecido como contaminação cruzada.

Segundo especialistas, é preciso que as pessoas saibam a diferença entre portar a bactéria e desenvolver a doença. A pessoa pode estar colonizada, mas não necessariamente desenvolver a doença.