Tratamento

Ainda não há informações oficiais específicas sobre o tratamento contra  a infecção através da superbactéria KPC, até porque a infecção ocorre exclusivamente em ambientes hospitalares e a bactéria é resistente aos antibióticos. Colocaremos aqui informações sobre o tratamento assim que os meios oficiais divulgarem informações a respeito.

Veja comentários de pessoas que visitam nosso site e compartilham histórias sobre o assunto, sendo muitas delas com caso de familiares e pessoas próximas que já contraíram a bactéria, inclusive com diversos casos de óbito relatado. Clique no link a seguir para ver os comentários: Tratamento da Bactéria KPC

87 Comentários

  1. CELIA MOREIRA

    Gostaria de saber se quem contrai essa bactéria KPC tem que ficar isolado nos hospitais. Em não sendo quais os riscos dos demais pacientes e familiares.
    Muito obrigada.

  2. Eu tenho a KPC nao sei bem como funciona mas mesmo que eu prcure etente entedr
    num da eu fiquei 43 dias hospitalizada 28 dias em coma quando acordei ja tinha
    operado do coracao fiz troca de valvula .como se tudo nao bastace
    contrai KPC quase morri enclusive ima mulher q estava junto comigo no
    izolamento nap conseguil colonizar a capece e veio a obto quando eu
    ainda tava na uti ezolada com ela.
    Eu queria uma resposta mas exata pra essa kpc ja q eu tenho q vivrr com ela

  3. Cibele Sheila

    Minha mãezinha querida se foi no dia 25/07/2014 devido a insuficiência renal,diabetes,broncopneumonia.Ela deu entrada no Hospital Alvorada de MOema,em São Paulo SP,no dia 08/07/2014,apenas com bronco pneumonia,e adquiriu um problema atrás do outro,vindo a falecer.De acordo com a médica que cuidou dela no setor de tratamento paliativo,os antibióticos não conseguiram eliminar o problema do pulmão,e acabaram afetando os rins,causando insuficiência renal,e de acordo com a mesma,ela contraiu infecção hospitalar,porém não mencionou esta bactéria KPC,mas tenho quase certeza que foi ela que matou minha mãezinha.Ninguém fala nada,não faz nada,e outras pessoas vão morrendo nesse Hospital Alvorada de Moema,em São Paulo,SP.

  4. minha vo internou em menos de tres meses , tres vezes com peneumonia, tem noventa e quatro snos, agora descobri que esta isolsda com bacteria kpc, cuidava dela a menos de um mes da segunda alta ja contaminada, ai comecei a sentir algumas coisas , pressao alta maxima ate ontem vinte e um dor no peito, corrisa , deu ulcera na cornea depois do olho infeccionado, sou portadora hepatite c, e os medicos provavelmente vao dar alta pra minha vo, e agora oque faco, tem algum risco mais para mim, sinto me nada bem podem me responder

  5. Meu pai tem 76 anos e está internado no Hospital do Idoso aqui em Curitiba há 60 dias hoje, ele teve um AVC de tronco e após ficar 30 dias na UTI contraiu a KPC ele está com traqueostomia, se alimentando por sonda, fica tossindo e soltando secreção do pulmão demais quase o tempo todo, estou preocupada com a minha mãe que fica cuidando dele na maior parte do tempo, usando avental e luvas. Esta semana ele está soltando uma secreção sanguinolenta e hoje ele tossiu quase sem parar umas 2 horas, será que tem chance dele ficar bom? E como fazer para que a minha mãe não contraia esta bactéria? Argumentei com a médica sobre a chance de tirar a tráqueo porque ele estava respirando bem sozinho, será que tem chances? Seria mais fácil lidar com esta secreção.

  6. marcia Moraes

    Ola estou gravida de 28 semanas e ha mes tenho infecção urinaria recorrente com ardencia coceira xixi com espuminha e corrimento de cheiro ruim como disse. Fiz uma urinocultura e acusou a bactéria KPC. Estou mto preocupada. Gostaria de saber se o trat que vc fez conseguiu eliminar a bac e se ela é transmissivel pelo ato sexual. Pois sempre q tenho relacao c meu marido sinto q pioro. Grata.

  7. Uma pessoa com estabacteria pode ir para casa pois ela ja esta resistente a todos os antibioticoc?qual o risco para a familia?

  8. Renato Novelli

    Fiz uma cirurgia na prostata em julho de 2013. Comecei a sentir dor nas costas, na altura da cintura e minha pressão baixou. Cerca de 20 dias depois da cirurgia, desmaiei, devido a pressão baixa, e foi aí que descobrí estar infectado pela KPC. Fiquei hospitalizado 16 dias, sendo tratado com “AMICACINA”, que parece ser o único antibiótico que faz efeito. O problema da Amicacina é que, mata a bactéria, mas destrói os rins. Sai do hospital e me receitaram outro antibiotico experimental. Precisei tomá-lo por 150 dias. No último exame, em janeiro de 2014, não foi constatada a presença da bacteria em meu organismo. No final, emagrecí cerca de 10 quilos, minha pressão baixou e se estabilizou em 11 x 7 e minha glicemia aumentou bastante.

    • Boa tarde Renato Novelli, você poderia me informar onde voc~e fez esse tratamento com o antibiótico experimental? Porque meu pai esta com a bacteria a mais de um ano, já fizemos varios tratamentos e nada de eliminar a bacteria. Desde de já muito obrigada.

  9. Meu irmao esta internado HESAP Hospital Sapopemba á 40 dias devido a o 4°avc agora descbrira á bacteria KPC estamos muito preocupados; mas o que mais me indigna é que ele esta a uma semana sem a dieta o que eles estão esperando ele morrer de fome né então fui falar com os medicom eles dizem que meu irmão esta com refluxo que tem que ser suspendida pois ele tem o risco de broncoaspirar e que sera em tempos oferecida a dieta só que estamos sempre presentes e não vimos mais eles alimentando meu irmão entao ele fica mais fraco e a bacteria se apodera ele esta em estado cataverico não sei mais o que fazer

  10. Lourhainy Luílla

    Olá me chamo Lourhainy, tenho 21 anos, moro em VITÓRIA-ES e sou uma vítima da KPC. Eu tinha 19 anos quando tudo começou com uma forte dor lombar, a principio diagnosticaram como infecção urinária, 4 dias depois me apareceu uma grave pneumonia, muita febre, dores, enjôos. Quando vi já estava precisando de uma vaga no CTI, dei entrada com falência respiratória e infecção generalisada, minha pressão foi a 21.10 e minha glicose a 550. Me enduziram ao como e respirando por aparelhos.
    No segundo dia de CTI os médicos prepararam a minha família pro pior, pois os antibióticos não faziam efeito, desacreditados entregaram pra DEUS. Cinco dias depois eu acordei do coma.
    SOU PROVA VIVA DE UM MILAGRE.
    Hoje minha vida é controlada, não posso muita coisa. A bactéria ainda está em mim, mais vivo bem. Graças a DEUS e o anjos do hospital que cuidaram de mim.

  11. Fiz uma cirurgia e pouco tempo depois acusou essa Kpc , fui em um médico essa semana e ele me falou que esta bactéria é do organismo ou algo do tipo , agora não sei se ela passa no caso de relação sexual , por que não confiei muito naquele médico não, e outra falou que não tem tratamento .Alguém sabe o que faço ?

  12. oi eu estou num corre corre danado com a minha namorada,medicos e mais medicos, a bacteria ela é encontrada no exame de urina junto com o exame de secreção, espero te ajudado.

  13. Olá, boa tarde!
    Estou grávida de 8 semanas e logo nos primeiros exames do pré-natal, descobri que estou com infecção urinária pela bactéria Klebisciela pneumonae. Fiquei muito assustada sobre tudo que li a respeito. Sou uma pessoa saudável e a última vez que fui a um hospital foi quando tive meu primeiro filho em 2010(Maternidade Octaviano Neves BH).
    Meu GO me tranquilizou e passou o antibiótico SIGMACLAV que apresentou sensibilidade a bactéria no exame de antibiograma, mas já tomei o antibiótico por 10 dias e sinto que a bactéria ainda está lá. Voltei a ter incpomodos do lado direito da barriga e ardencia ao urinar. Meu xixi tb está com uma espuminha e saindo alguns pedacinhos brancos de sei lá o que.
    Estou muito preocupada com o meu bebê, mas o médico disse que tenho que esperar 21 dias para repetir io exame.
    Gostaria de saber se alguém conhece outras pessoas que já passaram por esta situação com êxito no tratamento.
    OBRIGADA!

    • Se o antibiograma mostro sensibilidade, não se preocupe. O que faz medo é se bactéria tiver uma enzima chamada ‘carbapenemase’ (o ‘C’ do KPC). Chamamos essas bactérias de KPC, pois foi numa Klebisciela pneumonae que foi identificada essa enzima carbapenemase, mas qualquer outra bactéria que tenha recebido essa resistência da Kleibisciela será denominada KPC. Enfim, a sua bactéria não é KPC se é sensível ao antibiótico segunto o antibiograma!
      Fica com Deus!

  14. Nilva Gonçalves de carvalho

    Oi,preciso saber se minha mãe está com alguma doença microbactériana como algumas vistas acima,pois hoje está com 45 dias que ela contraiu uma enfermidade tipo um corrimento de pus,com mal cheiro,amarelado e que já fomos em cinco medico e´só falaou que é uma bactéria.O que faço pois está bactéria é resistente a antibióticos estamos já na sexta formula e nada.Preciso de telefone de um médico que trata desses problemas de bactérias o mais urgente possível em Goiania.

  15. Josélia Maria França Albuquerque Rocha

    Adquiri kpc depois de um transplante de rim e pâncreas, após permanecer 9 dias na UTI. Tenho uma grande preocupação com a minha família, apesar de terem um ótima resistência. Ass pergunta são: sou laqueada, posso fazer sexo com o meu marido sem preservativo? Posso dividir copos e talheres, usados por mim aos mesmos? E como fica a afetividade com os filhos, beijos e abraços?
    Obrigada!
    Josélia

  16. BOA NOITE .
    HÁ QUASE UM ANO FIZ UMA CIRURGIA E LOGO APÓS QUANDO RECEBI ALTA COMECEI A SENTIR FORTE DORES NO NA URETA E EM TODA PELVES ,COMECEI O TRATAMENTO POS O MEDICO PASSOU REMEDIOS PARA INFECÇÃO URINARIA SÓ QUE A CADA MES QUE PASSAVA FICAVA PIOR E NO MES DE AGOSTO DE 2013 DESCOBRI EM UM EXAME DE CULTURA URINARIA QUE ESTOU COM A KPC DAI ENTÃO COMECEI O TRATAMENTO A PRINCIPIO O PRIMEIRO REMEDIO ME DEU REAÇÃO ALERGICA ENTÃO PASSARAM OUTRO TERMINEI O TRATAMENTO A 6 DIAS PASSADOS .AI É QUE ESTAR O PROBLEMA OS SINTOMAS VOLTARAM E AGORA NÃO SEI O QUE FAZER .SERÁ QUE VOU CONSEGUIR DESTRUIR ESTA KPC?ESTOU ORANDO E PEDINDO A DEUS QUE MIM AJUDE .E PESSO A TODOS VCS QUE ESTAM COM ELA OU QUE TEM PARENTE,AMIGO PORTADOR QUE OREM BASTANTE POIS DEUS É O MEDICO DOS MEDICOS E ELE TEM A SOLUÇÃO PARA ESTA EMFERMIDADE .

  17. sonia maria cortez pereira

    Olá…estou com netinho de dois anos e oito meses, internado a duas semanas,internado com derrame pleural …fez uma cirurgia no primeiro dia e foi posto um cateter e dreno ,no sexto dia foi removido o dreno e foi trocado o cateter de lugar. Feito exame na ponta do cateter removido e acusou bactéria KPC , tem tido febre , apesar de tomar antibióticos todos os dias…..está com anemia também.Gostaria de um parecer de você……estou muito preocupada,sempre aparece dor em outro lugar do corpo(infecção)….Obrigada no que puder fazer por nós.Deus os abençoe!

  18. gostaria de saber se klebisiella penemuniae e mesma coisa da kpc.obrigado…
    sei que não são médicos mais se algum medico ver e puder me esclarecer ficarei muito grato…

    • Olá!
      A KPC é uma mutação/variação da Klebisiella Pneumuniae, sendo esta variação a mais perigosa.
      Att

  19. Ola , meu Pai está ha 10 meses na Sta Casa de Juiz de Fora , ela está com um problema pulmonar cronico , está com traqueo há 10 meses e respira com o bipap …a gora foi está com esta bacteria KPC , mas ninguem diz como se trata , ninguem diz nada …. ja tem outras pessoas infectadas por ela no mesmo andar que ele , inclusive uma faleceu esta semana , nao se sabe se foi por causa dessa bacteria KPC …. temos muitas duvidas sobre ela ….

  20. Ola pessoal,tenho 26 anos de idade e contrai essa bacteria enquanto estava internada na UTI em Brasilia fiquei um longo tempo internada na UTI e isso ajudou a contaminação essa bacteria é bastante comum em pessoas que estão muito debilitadas e frageis pois a imunidade fica muito baixa em casos bem graves, e isso ja conta. Os sintomas que posso lhes informar que vivenciei foram:dores fortes pelo corpo inchaço nos membros superiores e inferiores,dores fortissimas de cabeça,muita dificuldade respiratoria,muita tosse,acumulo de secreção isso fez com que o caso evoluisse diversas vezes em peneumonia tive 4 bem fortes isso foi o pior pois tinha sempre que sugar a secreção por um aparelho, estava entubada e isso era extremamente necessario pois eu ainda não respirava muito bem pelo nariz so pela canula traqueosofagica que possuia para me ajudar a respirar apesar dessa bacteria ser muito resistente a antibioticos usei alguns bem fortes combinados ao meu quadro então o que posso passar para voces é o seguinte:a bacteria é muitissimo resistente a antibioticos sim, mas não a todos e isso é usado a favor do paciente pelos medicos junto a uma incrivel higienização que é indispensavel alem de banhos diarios de subistancias eliminadoras de bacterias pois elas não sobrevivem por muito tempo em meio a grande higienização pois necessitam de um meio propicio para sua reprodução.Graças a Deus sobrevivi a essa bacteria não foi dacil mas estou aqui para contar história e para que os que hoje infelismente vivenciam isso fiquem esperançosos e o que tenho a dizer é que possue cura é dificil mas não impossivel então procurem estar sempre bem higienizados ao se aproximarem de pessoas com a KPC pois na UTI é onde existe maior fragilidade ao entrar na UTI lavem as mãos passem alcool e procurem por máscaras e respirar longe dos pacientes pois pessoas que veem de fora é que trazem sujeira pra perto dos pacientes que estao bem fragilizados e sem nenhuma imunidade o que torna o caso ainda pior não se preocupem pois a bacteria so evolue em pessoas sem imunidade nenhuma ou seja principalmente em pessoas hospitalizadas frageis tive a KPC e os devidos cuidados foram tomados pelos médicos principalmente e pelos meus familiares ao me visitarem na UTI e estou aqui para dividir a minha história com todos voces NÃO A POSSIBILIDADE DE SE CONTRAIR ESSA BACTERIA KPC SE NÃO ESTIVEREM BEM DEBILITADOS FIQUEM TRANQUILOS TIVE VISITAS DIARIAMENTE E NENHUMA DELAS CONTRAIU A BACTERIA POIS ESTAVAM COM A IMUNIDADE BOA

    • Olá Giovana,
      obrigado por compartilhar sua história conosco, ainda mais uma história de superação. Isto é importante para pessoas que contraíram a doença ou de familiares enfermos saberem que há cura, mesmo que difícil.

  21. Estou fazendo um trabalho sobre a KPC,queria saber se tem cura dessa doença, e qual é?cada site diz uma coisa, então estou com duvida.
    queria saber também como ela age,no nosso organismo?

  22. olá ,meu filho nasceu prematuro de 5 meses de gestação com 930 gramas no ano de 2011,foi internado na uti da maternidade B Leite em são Luis -MA. meu filho logo q deu entrada no hospital teve sepse tardia q quer dizer uma infecção q os médicos nao descobriam,com 12 dias o quadro de meu filho se agravou,descobriram uma infecção sanguinea causada pela KSP,meu filho estava intubado,fizeram 15 dias de meropenem e mascararam a bactéria,depois de 25 dias q ele estava lá o corpinho dele começou a inchar fizeram cultura diagnosticaram osteomielite q é uma infecção grave dos ossos causada segundo eles pela bactéria stafhilococus aureos ,então ele teve q fazer uma cirurgia de quadril para drenar o líquido q se formou e assim com 5 dias o dreno saiu do quadril e ele teve alta da uti,fomos pra outra sala ,faltavam 5 dias para terminar o tratamento contra essa bactéria stafhilococus aureos q foi feito com oxacilina, no outro dia q saimos da uti a médica trouxe um resultado de exame q dizia q meu filho continuava com a bactéria ksp e q era ela a causadora da osteomielite q evoluiu para uma artrite séptica, ficamos todos assustados pq meu filho estava usando um antibiótico durante 21 dias para uma bactéria q ele nao tinha,e estava com uma das mais mortais. sentei nesse dia do lado dele perdi toda minha força,um bb de 1.800 com essa bactéria considerada pelos médicos super bactéria,mas confiei em DEus.começamos tudo de novo depois de 2 meses.meu filho voltou a usar meropenem durante mais 21 dias ,e graças a Deus vencemos a ksp ,hj meu filho está ótimo,sem sequela alguma ,é um lindo garoto de 1 ano e 10 meses,milagre de Deus pra mim e para os médicos q o acompanham.|Deus os abençõe

  23. Rossana Theiss Bogo

    Amigos, eu tbem contrai estas bactéria , mas não foi no hospital, mas fico preocupada , pois foi pela intestino e atacou as vias urinarias, sinto que meu peito esta debilitado, ja fiz RX do pulmão, mas dizem que esta bactéria volta existe uma preocupação minha…que exame poderia fazer para detectar esta bacteria….abraços

  24. SOBRE A SUPERBACTÉRIA KPC
    GOSTARIA DE SABER ONDE TERMINAM OS INTERESSES DA INDÚSTRIA FERMACÊUTICA NO BRASIL,POLÍTICOS, HOSPITAIS PARTICULARES E ONDE COMEÇAM OS DIREITOS DOS PACIENTES INFECTADOS PELA KPC, INCLUSIVE MEU FAMÍLIAR, DIREITOS DOS PROFFISSIONAIS DE SAÚDE COMO EU QUE TRABALHAM EM AMBIENTE INSALUBRE DE HOSPITAIS, CLÍNICAS, POSTOS DE SAÚDE,LIDANDO COM DIVERSAS DOENÇAS E BACTÉRIAS, CORRENDO O RISCO DE SE CONTAMINAR E LEVAR CONTAMINAÇÃO PARA OS FAMILIARES. MINHA REVOLTA É EXPLICADA ABAIXO.
    OS DOENTES, FAMILIARES QUE TIVERAM PARENTES VÍTIMAS DA KLEBSIELA PNEUMONIAE PRECISAM SABER QUE ESSA BACTÉRIA E OUTRAS COMO A E.COLLI, ESTÃO APRESENTANDO RESISTÊNCIA A TODOS OS ANTIBIÓTICOS POE TEREM SEU GENE MODIFICADO DEVIDO AO USO INDISCRIMINADO DE ANTIBIÓTICOS DENTRO E FORA DOS HOSPITAIS. E O MAIS IMPORTANTE, QUE NÃO FOI MUITO DIVULGADO PARA A POPULAÇÃO:ESSA BACTÉRIA TEM COMO SER COMBATIDA E CONTROLADA. O TRATAMENTO É ATRAVÉS DO GÁS OZÔNIO, QUE JÁ FOI TESTADO POR UM MÉDICO DA USP PARA COMBATÊ-LA E QUE DEU CERTO. MAIS A SOLUÇAO PARA ISSO SER COLOCADO EM PRÁTICA É VONTADE POLÍTICA, BOM SENSO DO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA, VERGONHA NA CARA DOS DONOS DOS GRANDES LABORATÓRIOS, QUE MUITO TEM A PERDER COM ESSA MEDIDA.
    VEJAM ABAIXO ALGUNS LINKS E INFORMAÇÕES SOBRE O ASSUNTO:
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Bactéria_super-resistente
    http://www.mlouise.com.br/mlnews/tag/bacterias/
    http://ozonioterapiafloripa.com.br/?p=223

    Ozônioterapia pode fazer parte do SUS em 2011 http://ozonioterapiafloripa.com.br/?p=223
    Posted on março 28, 2011 at 12:53 pm
    Folha de São Paulo – Cláudia Ramos WItte

    Uma audiência pública foi realizada na semana passada para decidir se a Ozonioterapia fará parte dos serviços oferecidos pelo SUS já em 2011. A técnica utiliza oxigênio e ozônio e é considerada pela área médica uma revolução no tratamento de patologias como feridas de difícil cicatrização, queimaduras, hepatites, inflamações ginecológicas, herpes, hérnias de disco, dores crônicas e até colesterol alto. A técnica é muito difundida na Europa. No Brasil, os benefícios do ozônio são estudados pelo Ministério da Saúde. Na semana passada, pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) comprovaram a eficácia do ozônio na destruição da superbactéria KPC, causadora da morte de 18 pessoas em Brasília este ano. Agora, trabalham para reduzir a infecção hospitalar. O ozônio é um antiinflamatório poderoso e um antisséptico eficiente capaz de destruir vírus, bactérias e fungos. A utilização da técnica proporciona benefícios para a saúde e, também, diminui os gastos públicos. No caso do diabetes, por exemplo, a Ozonioterapia reduz em até 80% o número de amputações em pacientes que sofrem de pé diabéticos graças à rápida cicatrização e controle de infecções. O pé diabético é uma das mais devastadoras complicações do Diabetes Mellitus. O risco de amputação dos membros inferiores entre a população diabética é 40 vezes maior que na população de modo geral. “Há uma redução de até 25 vezes dos custos no tratamento de feridas crônicas em membros inferiores e gangrenas diabéticas por causa da cicatrização mais rápida, diminuindo o tempo de internação e, conseqüentemente, os gastos”, explica Dra. Emilia Gadelha Serra, diretora da Associação Brasileira de Ozonioterapia. CONTRA AS BACTÉRIAS HOSPITALARES O Brasil foi o primeiro país a comprovar a eficiência do gás ozônio no combate às superbactérias, como a KPC. A descoberta é fruto da pesquisa do médico Glacus de Souza Brito, do Instituto de Medicina Tropical da Universidade de São Paulo (USP). Durante um ano, o pesquisador testou o gás e confirmou que bastam cinco minutos de exposição para que o ozônio destrua as paredes da KPC, impedindo a reprodução da superbactéria. “Além de elevar o Brasil a uma posição de destaque no meio científico internacional, o estudo feito no laboratório da USP promove uma economia significativa nos custos de saúde, porque reduz o uso de medicamentos antibióticos, dá maior eficiência aos métodos de assepsia e diminui o tempo de internação de pacientes contaminados pelas bactérias que promovem as infecções hospitalares.”, explica Dr. Glacus de Souza Brito. QUASE UM SÉCULO DE OZÔNIO O uso medicinal do ozônio começou na Alemanha durante a Primeira Guerra Mundial, quando o médico alemão Albert Wolf passou a tratar as feridas dos soldados com o gás. Desde então, o ozônio – obtido da união de um átomo e uma molécula de oxigênio – vem sendo disseminado por vários países. Atualmente, a técnica é reconhecida pelos Ministérios da Saúde de países como Alemanha, Suíça, Espanha, Itália, Egito, Cuba, além de outros 15, inclusive, com reembolso médico. Cuba é uma referência nos tratamentos com ozônio e tem 39 Centros Clínicos de Ozonioterapia dentro de seus principais hospitais. Na Rússia, a técnica é utilizada em todos os hospitais Governamentais. Aproximadamente 50.000 médicos utilizam este método na Europa atualmente. Apesar de o Brasil ter sido pioneiro na comprovação da eficiência do gás ozônio no combate às superbactérias, como a KPC, a Associação Brasileira de Ozonioterapia ainda aguarda a decisão do Ministério da Saúde (MS) sobre o uso do ozônio no SUS. Na semana passada, foi realizada uma audiência pública para analisar a questão no tratamento de feridas e queimaduras. Para Emília Gadelha Serra, diretora da Associação Brasileira de Ozonioterapia, são inúmeros os argumentos a favor da técnica: “Estima-se um corte de até 30% nos custos do SUS com a introdução do uso do ozônio no tratamento de patologias previstas em protocolos com experiência internacional”, diz a médica. O tratamento com ozônio pode salvar vidas. O gás é usado na pele ou injetado no corpo do paciente. O equipamento utilizado é barato e o consumo de oxigênio medicinal também é baixo, com gastos mínimos. Isso pode modificar completamente o cenário do controle das bactérias hospitalares de uma maneira simples, barata e acessível a qualquer hospital do país.

    http://www.mlouise.com.br/mlnews/tag/bacterias/
    Benefícios do tratamento com ozônio
    sábado, 30, julho, 2011
    A utilização do ozônio reduz em 80% os casos de amputações
    Por Marisa De Lucia Apesar de ser utilizado há mais de um século na Alemanha e ter seu uso oficial em diversos países, autoridades brasileiras ainda não referendam o uso do ozônio no Brasil.
    Em entrevista, Dr. Glacus de Souza Brito, coordenador do Projeto de Pesquisas com Ozônio na USP, falou dos benefícios do uso do ozônio, cuja experiência internacional tem demonstrado sua eficácia, em tratamentos que vão desde enxaqueca, acne, feridas crônicas, hérnia de disco até a redução de 80% dos casos de amputações de pé diabético por gangrena, além de se ter a perspectiva de reduzir em até 30% o custo do SUS no tratamento de diversas patologias. De acordo com pesquisas internacionais, a ozonioterapia poderia reduzir em até 80% a taxa de amputação de membros de pacientes com gangrena diabética e diminuir até 25% os custos no tratamento de feridas crônicas, infecções, inflamações e da dor, uma vez que nos países onde o tratamento é regulamentado houve redução de 27% no consumo total de antibióticos e de 22% no consumo de analgésicos.
    Mas porque então não regulamentar o tratamento? O CFM (Conselho Federal de Medicina) e a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) argumentam que o método que usa ozônio para o tratamento de doenças, chamado ozonioterapia, não tem amparo científico e, portanto, não pode ser regulamentado. O primeiro registro da utilização do ozônio para fins terapêutico foi em 1885, seguindo-se outro caso em 1892, em que o ozônio foi utilizado para o tratamento de tuberculose. Em 1902, foi registrado o seu uso no tratamento de surdez crônica. O ozônio foi tornando-se cada vez mais popular e foi amplamente utilizado durante a I Guerra Mundial depois de verificadas as suas propriedades antiinflamatórias e antiinfecciosas após a aplicação nas feridas infectadas e gangrena dos soldados. Segundo Dr. Glacus, os Estados Unidos usou o tratamento com ozônio com muito sucesso, de 1885 até 1932, mas em 1933 a AMA (American Medical Association) proibiu o uso do ozônio alegando que não pode haver terapia que venha competir com os medicamentos da indústria farmacêutica, e o médico que praticasse tinha sua licença cassada.

    Atualmente, a ozonioterapia já foi regulamentada em vários países como Rússia, Cuba, Alemanha, berço da ozonioterapia e onde mais de 20 mil médicos praticam a técnica, e Itália. Nos Estados Unidos, 15 Estados conseguiram liberar o uso do ozônio na medicina por meio de leis estaduais, que garantem ao cidadão o direito de utilizar a terapia que lhe convém, mas é preciso que o médico seja credenciado e que ambos, médico e paciente, assinem um termo de responsabilidade sobre as implicações do tratamento.
    Ao longo de 2009 e 2010, o grupo de pesquisadores da USP, coordenado pelo Dr. Glacus, testou o uso do ozônio para inativar dez tipos de bactérias, entre elas a KPC, uma das mais resistentes e que tem levado muitos pacientes à morte. Segundo Dr. Glacus, bastaram 5 minutos de exposição ao jato de ozônio para os agentes infecciosos fossem inativados. O mecanismo de ação é que o ozônio destrói as paredes dos microorganismos.

    Internacionalmente, relata-se que entre as doenças combatidas pela ozonioterapia estão a asma, artrite, arteriosclerose, diversas doenças dermatológicas como acne, micoses, eczema e psoríase, tratamento de feridas infectadas e doenças causadas por vírus, como herpes e hepatites crônicas virais, além de combater a celulite e a gordura localizada e ser eficaz no tratamento antienvelhecimento.
    São vários os métodos de aplicação da ozonioterapia: hidrozonioterapia, que consiste em diluir o ozônio em água e aplicar na zona do corpo a ser tratada ou ainda ingerir a mistura; vapor, em que o ozônio é aplicado no corpo através de vaporizações; saunas; óleos ozonizados, óleos embebidos em ozônio são aplicados com movimentos de massagem na zona do corpo a ser tratada, ou na cobertura de feridas; injeção subcutânea, em que o ozônio é injetado na zona subcutânea da pele e auto-hemotransfusão, no qual se retira certo volume de sangue e depois acrescenta-se ozônio ao sangue e depois reintroduzir esta mistura no organismo, pela mesma veia em que se coletou.
    No Protocolo de Pesquisa desenvolvido no Hospital das Clínicas, para o tratamento do pé diabético, será utilizada a lavagem dos ferimentos com água ou soro fisiológico ozonizado e nebulização da ferida dentro de sacos plásticos por uma hora. Este procedimento pode ser realizado, por exemplo, à beira do leito do paciente, em serviços ambulatoriais de tratamentos de feridas ou até mesmo na residência do paciente.

    Perfil Dr. Glacus de Souza Brito
    Dr. Glacus de Souza Brito é médico pesquisador do Departamento de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital das Clínicas da USP, consultor da Organização Mundial de Saúde e Coordenador do Projeto de Pesquisas com Ozônio na USP. Incansável batalhador pela regulamentação da ozonioterapia no Brasil, ele finalizou a entrevista dizendo à nossa reportagem: “Eu não vim para este mundo para ser um mero prescritor, para alimentar a ganância de lucros da indústria farmacêutica, mas sim para procurar os meios para uma efetiva cura dos pacientes”.

    http://www.mlouise.com.br/mlnews/tag/bacterias/
    Edição do dia 10/12/2010 10/12/2010 21h53 – Atualizado em 10/12/2010 22h15
    Cientistas encontram forma de combater bactérias super-resistentes
    O ozônio é usado para matar bactérias desde o início do século passado. Mas o Hospital das Clínicas de São Paulo descobriu que elas podem destruir os micro-organismos que nem os antibióticos conseguem combater.
    Imprimir . O Hospital das Clínicas de São Paulo anunciou nesta sexta-feira uma descoberta que promete destruir um inimigo microscópico, mas poderoso. Os cientistas encontraram uma forma de combater a superbactéria KPC, que provocou a morte de 18 pessoas em Brasília este ano.
    Uma pequena ferida e a aposentada Maria D’Aparecida Souza quase perdeu a perna. Infecção, dores, mais de um ano com pomadas, sem sucesso. A cura só veio com um tratamento que usa gás ozônio. Ele elimina as bactérias e ajuda a cicatrização.
    “Doía muito. Depois foi sarando de dentro pra fora”, conta a aposentada.
    Os médicos sabem que o ozônio mata bactérias desde o início do século passado. É um tratamento usado em vários países. Agora, o Hospital das Clínicas de São Paulo investigou se esta técnica funciona com as bactérias super-resistentes, que os antibióticos não conseguem destruir e que provocam mortes por infecção hospitalar. O resultado dessa pesquisa pode salvar vidas.
    Dez bactérias foram testadas. As amostras divididas em três grupos: o primeiro foi exposto ao ozônio por cinco minutos; o segundo, a oxigênio; o terceiro grupo não teve nenhum tratamento. No dia seguinte, as bactérias tinham se multiplicado nos dois últimos vidros. No que foi tratado com ozônio, nenhum sinal.
    O último teste foi feito com a KPC, que ganhou o apelido de superbactéria por ter se mostrado imune aos antibióticos mais potentes. A amostra que recebeu o ozônio também ficou limpa.
    O coordenador da pesquisa explica que as moléculas do ozônio corroem a parede externa das bactérias e elas são rapidamente destruídas. O gás pode ser usado na pele ou injetado no corpo do paciente.
    A próxima etapa do estudo vai investigar se a vaporização de ozônio no ambiente, no centro cirúrgico ou em uma UTI, por exemplo, também elimina as bactérias.
    “O equipamento é muito barato e você usa a área ambiente como matéria-prima. Então não tem gasto. Pode modificar completamente o cenário do controle das bactérias hospitalares de uma maneira simples, de uma maneira barata e acessível em qualquer hospital do país”, explica o coordenador do estudo, Glaucus de Souza Brito.

    Bactéria super-resistente KPC http://pt.wikipedia.org/wiki/Bactéria_super-resistente
    As bactérias super-resistentes a antibióticos são um fenômeno recente observado em pacientes que viajaram ao sul da Ásia para fazerem cirurgias plásticas e retornaram a seus países. O primeiro estudo foi publicado em 2009, na revista médica The Lancet e se refere ao gene NDM-1, encontrado até o momento nas bactérias Klebsiella pneumoniae e Escherichia coli, que causam pneumonia e infecção urinária. Esse gene produz resistência até aos antibióticos da classe das carbapenemas e pode levar a uma preocupante pandemia em futuro próximo.
    Segundo os cientistas[1] da Universidade de Madras, as novas bactérias chegaram à Grã-Bretanha trazidas por pacientes que viajaram à Índia ou ao Paquistão para realizarem tratamentos cosméticos. Ao acompanharem pacientes com sintomas suspeitos, eles encontraram 44 casos (1,5% dos investigados) em Chennai e 26 (8%) em Haryana, na Índia. Eles também detectaram a superbactéria em Bangladesh e no Paquistão, bem como em 37 casos na Grã-Bretanha. Os únicos antibióticos efetivos foram a tigeciclina e a colistina.
    Os pesquisadores[2] alertam que o gene se instala nos plasmídeos, estruturas de DNA que podem facilmente ser copiadas e transmitidas para diversos outros tipos de bactéria. Isso sugere uma alarmante possibilidade de o gene se espalhar e modificar toda a população de bactérias, disse ao Correio Braziliense Timothy Walsh, médico descobridor do gene. A mutação foi causada pelo uso excessivo de antibióticos e porque nos países citados não há grandes cuidados higiênicos.
    O gene já foi detectado também na Austrália[3] e em Portugal,[4] onde a notificação compulsória foi instituída em outubro, sempre que a investigação de bactérias resistentes aos carbapenemos revelar a enzima NDM-1.[5] Até o momento, há casos relatados no Brasil,[6] mas as autoridades médicas afirmam que ainda não se classifica a moléstia como Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional, classificação definida pelo Regulamento Sanitário Internacional (RSI 2005) para medidas contra novos agentes infecciosos. Autoridades da Índia protestaram contra a insinuação de que o país não é seguro para cirurgias.[7] Por causa[8] do turismo médico e das viagens internacionais, e devido à baixa expectativa de novos antibióticos, a bactéria pode se tornar grave problema de saúde pública no mundo todo.
    O fenômeno da resistência bacteriana é antigo e decorre[9] de uso indiscriminado de antibióticos e de má higienização nos hospitais. A diferença é que desta vez a resistência chegou ao nível em que nenhum antibiótico surte efeito contra as bactérias. Nas palavras[10] do médico David Livermore, da Agência Britânica para a Proteção de Saúde:
    Se isto for ignorado, o nosso receio é que a resistência se comece a propagar por outras bactérias no Reino Unido. As bactérias que têm revelado essa resistência são as que normalmente causam infecções urinárias, particularmente em pacientes hospitalizados. Por vezes causam infecções em feridas e outras vezes pneumonias, um vasto leque de infecções que afetam principalmente pessoas mais vulneráveis, que já estejam doentes.

    Em outubro de 2010, um surto da superbactéria causou a morte de 18 pessoas no Distrito Federal, dentro de um universo de 183 contaminados. Entretanto, não é o mesmo micro-organismo da Ásia, apenas possui a mesma origem no gene mutante da Klebsiella pneumoniae.[11] As autoridades médicas posteriormente reconheceram casos em Paraíba, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná. Anunciaram também uma reunião da Anvisa para restringir a venda de antibióticos no Brasil e discutir outros meios de evitar a propagação da superbactéria.[12]
    O surto de superbactéria no Distrito Federal foi causado sobretudo pela má higiene hospitalar e pela falta de recursos materiais, enfatizando a necessidade de mais verbas para o SUS e a conscientização de médicos e pacientes contra o uso indiscriminado de antibióticos, o que causa seleção bacteriana.[13] Entretanto, o problema ainda se restringe a ambientes hospitalares. O infectologista Alexandre Cunha, presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia do Distrito Federal, explica o problema da seguinte forma:[14]
    quem corre mais risco de infecção são pacientes que estão com sonda, catéter, punção venosa ou em outra situação que possa favorecer a infecção bacteriana. Mas, para quem visita o paciente, o risco é de ser colonizado pela bactéria, algo muito diferente de ser contaminado. Ou seja, a bactéria pode estar presente nas mãos, nos braços e no trato digestivo do visitante que manteve contato com o paciente, mas ele só correrá o risco de contaminação se sua saúde estiver debilitada e ele estiver com a imunidade baixa.

    Segundo o médico David Uip, diretor do Instituto Emilio Ribas, unidade de referênia em infectologia no Brasil, o custo de desenvolvimento de novos antibióticos é muito elevado e os laboratórios farmacêuticos podem não se interessar, exigindo-se portanto pesados investimentos públicos. Ele afirnou que os infectologistas brasileiros estão se valendo da polimixina para enfrentarem as supebactérias, mas isso poderá causar nova seleção bacteriana. A Sociedade Americana de Doenças Infecciosas estabeleceu como meta, até 2020, colocar dez novos produtos no mercado.[15]
    Em 2011, uma cepa de Staphylococcus aureus também foi identificada como uma bactéria resistente a todos os antibióticos. A amostra foi colhida no leite de vaca na Escócia, Inglaterra, Dinamarca, Irlanda e Alemanha, mas o mesmo germe se encontra em seres humanos, principalmente na pele. Geralmente o estafilococo só causa doença quando a pessoa se corta e essa variedade não é mais patogênica, mas resiste a qualquer antibiótico, tornando mais difícil o tratamento. Isso se deve a um gene chamado CFR, que codifica uma proteína capaz de proteger o ribossomo da bactéria contra o antibiótico.[16][17]
    Entretanto, pode haver uma alternativa. O Hospital das Clínicas de São Paulo investigou o efeito do ozônio em dez bactérias, incluindo a KPC, e concluiu que essa substância pode destrui-las por meio de corrosão de suas membranas. O teste foi feito in vitro, com colônias de bactérias, e deve ser repetido em pacientes de hospitais e UTIs, cujos ambientes podem ser vaporizados com ozônio. Esse gás há tempo vem sendo usado com sucesso em infecções bacterianas.
    ESPERO QUE AS INFORMAÇÕES TENHAM SIDO ÚTEIS.BOA SORTE.

  25. oi,fui diagnosticada com essa klebsiella pneumoniae semana passada,apresento apenas dor ao urinar e um odor horroroso na urina…como posso ter contraído se a ultima vez que fui internada, foi qnd fui ter meu filho à 4anos atrás,se bem me recordo, antes disso nunca tinha sentido esses sintomas,porém fazendo uma rápida revisão,depois que ele nasceu eu só vivo com esse cheiro na urina,vou ao médico faço exames,nada é diagnosticado, tomo alguns medicamentos e geralmente enquanto estou tomando não sinto mais o odor,ao terminar o medicamento mais ou menos uma semana volta tudo de novo e até por falta de tempo ainda não pude verificar à fundo o problema…Agora estou preocupada pq nunca tinha ouvido falar dessa bactéria.Gostaria de alguma orientação,desde já agradeço!!!

    • Olá Luana,
      A Klebsiella Pneumoniae é uma bactéria comum, que normalmente não causa danos a pessoas saudáveis. Geralmente estão associadas à infecções urinárias.
      A KPC significa: Klebsiella Pneumoniae produtora de Carbapenemase. É um tipo de Klebsiella que foi modificada geneticamente, capaz de produzir a enzima carbapenemase contra diversos antibióticos. Ou seja, esta variação da bactéria comum é mais perigosa. Voce foi diagnosticada provavelmente pela mais comum. Relatos de pessoas que possuem a bactérica com a variação carbapenemase é que tem problemas mais graves. Consulte outros médicos para o seu problema. Ouvir outros profissionais pode ajudar a encontrar a solução para seu caso. Sempre procure ajuda médica.
      Obrigado por compartilhar conosco.
      Att

  26. Meu primo esta em um hospital de goiania GO, INTERNADO passou por ciruagia tava na UTI agora esta no quarto ELE FOI GIAGNOSTICADO semana passada com a bacteria KPC ele ta com febre muito alta mais tenho fe em DEUS e nos medicos , que os remedios q ele esta usando venha matar essas bacterias e vcs q tenha parentes com essa bacteria nao perca a fÈ pois DEUS hÀ de curar ….. fiquem com DEUS D;

  27. marcelo brasilia df

    PERDI MINHA MAE 10/01/2013 VITIMA DA KPC. ELA DEU ENTRADA NO HOSPITAL MARIA AUXILIADORA( MARIA MATADORA) NO GAMA DF EM 22/11/2012 COM UMA CRISE ASMATICA EM DECORRENCIA DE DPOC. O MEDICO ADELIAN BRANQUINHO POR UM RX DEDUZIU Q MINHA MAE ESTARIA COM PNEUMONIA APESAR DO HEMOGRAMA NAO CONSTATAR QUADRO INFECCIOSO. O HOSPITAL NAO DISPOE DE PNEMOLOGISTA O QUAL CONSTATARIA Q O RX DEMOSTRAVA BRONQUETASIA E NAO PNEUMONIA. POREM O MEDICO INTERNOU MINHA MAE ALEGANDO PNEUMONIA E ENTROU COM ANTIBIOTICOS O Q DIMINUIU AS DEFESA DE MINHA MAE A QUAL BAIXOU O NIVEL DE POTASSIO NO SANGUE DEVIDO AO USO EXCESSIVO DE MEDICAMENTOS. EM MAIS UM ERRO O MEDICO COLOCOU MINHA MAE PARA REPOR POTASSIO EM UMA UTI COM PROFISSIONAIS DESQUALIFICADOS E CONTAMINADA POR KPC E OUTRAS BACTERIAS. POIS BEM MINHA MAE FICOU LA POR DOIS DIAS E RETORNOU A ENFERMARIA MAS COM CINCO DIAS COMEÇOU COM FEBRE TREMORES E SECRECAO AMARELA E DEZ DIAS OPOS SAIR DA UTI RETORNOU E FOI ENTUBADA ONDE TEVE SEU QUADRO AGRAVADO VEIO FALECER POR INFECCAO GENERALIZADA 22 DIAS APOS RETORNAR A UTI. SUPOSTOS ERROS: MINHA MAE NAO ESTAVA COM PNEMONIA E SIM COM BRONQUECTASIA DOENÇA CRONICA/ O USO DE ANTIBIOTICOS A DEIXARAM COM IMUNIDADE MAIS BAIXA/ O POTASSIO PODERIA TER SIDO REPOSTO NO LEITO E NAO NA UTI ONDE CONTRAIU KPC/ SEMPRE ALEGAVAM QUE A PIORA DE SEU QUADRO ERA DEVIDO A DPOC/ ELA TEVE UMA PARADA E NAO FOMOS COMUNICADOS

  28. ADRIANO RODRIGUES DA SILVA

    ACABEI DE CHEGAR DO SEPULTAMENTO DE MEU QUERIDO PAI. ELE MORREU ONTEM DIA 08/01/2013 ÁS 07:10 HS DA MANHÃ, NO HOSPITAL PELOPIDAS SILVEIRA, NO CURADO BR 232, RECIFE-PE. NO ATESTADO DE ÓBITO ESTÁ ESCRITO COMO CAUSA MORTIS PRINCIPAL BACTEREMIA POR KPC. OU SEJA, ESTÁ MALDITA BACTÉRIA LEVOU O MEU PAI A ÓBITO. ELE CHEGOU APENAS COM UM A.V.C. E TEM MAIS PACIENTES MORRENDO NAQUELE HOSPITAL VITIMAS DESTA BACTÉRIA, POR FAVOR LEVEM AO CONHECIMENTO DAS AUTORIDADES. E EVITEM ESTE GENOCIDEO. DESTALHE ESTE HOSPITAL É RECEM INAUGURADO COM EQUIPAMENTOS DE PRIMEIRO MUNDO. MAIS NÃO PODEM EVITAR A CONTAMINAÇÃO DESTE PESSOAL. QUE DEUS TENHA MISERICÓRDIA DAQUELE PESSOAL.

  29. Ola pessoal

    Minha mae esta internada na uti do hospital são cristovão,na moooca
    Segundo a medica ela esta com suspeita de ter contaida uma bacteria, mas ainda não esta diagnosticada se e a kpc

  30. Meu pai ficou internado na Santa Casa em Belo Horizonte, fez ponte de safena e durante cirurgia pegou a KPC vias urinárias , usou antibiótico durante 7 dias , e segundo os médicos havia eliminado a bactéria . Após 2 dias de alta ,foi internado novamente muita falta de ar e identificado água no pulmão , pleura. Foi para CTI novamente , e depois de 4 dias voltou para enfermaria e começou a desenvolver hemorragia nas fezes , perdeu muito sangue voltou para CTI e não resistiu e morreu.
    Alguém sabe me dizer se esta bactéria causa este tipo de hemorragia ? No hospital eles falam que não tinha mais sinal da KPC , mas na verdade não acreditamos .

  31. Meu pai fez uma safena e contraiu a kpc colonizada, foi tratado por sete dias com antibiotico e disseram que ele estava livre da bacteria.Recebeu alta e depois de dois dias foi internado com um quadro grave de insuficiencia respiratoria,depois de seis dias teve uma hemorragia no duodeno vindo a obito. Sera que pode ter sido a bacteria? OBS: INTERNADO NA SANTA CASA DE BELO HORIZONTE.

  32. Olá para todos. Contraí a bacteria Kpc há 45 dias atrás, não tenho idéia como aconteceu porque não estive internada, tampouco visitei alguém que estivesse internado. Tive uma crise renal há 45 dias, fui para a emergência e nos exames foi verificada uma infecção urinária que foi tratada com norfloxacina durante 4 dias. Hoje peguei o resultado da cultura de urina e vi que ainda estou com a bactéria. Não tive febre, mas tive a cólica renal, dores muito fortes no estõmago, dores na perna direita e cólicas abaixo da barriga no lado direito.
    Estou ansiosa para mostrar o exame para o médico. Não tinha idéia o quanto essa bactéria era resistente e estou com ela há algum tempo e posso estar correndo risco por não estar corretamente medicada.

  33. Karina Almeida de Jesus

    Olá gostaria de compartilhar com vocês o caso da minha pequena Duda que veio a óbito pois contraiu está bactéria ,a minha indignação é que podemos combater infecções de qualquer tipo em ambientes hospitalares fazendo higienização de mãos ,e a minha pequena contraiu num hospital onde vieram a óbitos mais 4 pessoas ,ela tinha apenas 34 dias de vida e ficou 27 dias internada sendo esses 17 dias na UTI…

  34. Sônia Maria Bianchi

    Os médicos do Hospital Evangélico, em Curitiba, deram alta para um parente meu(depois dele ter ficado internado por 28 dias(10 na UTI e 18 dias no quarto) afirmando que ele estava com a bactéria ACINOBACTER, mas que esta bactéria “não era um problema” e, que estando em casa, a bactéria “sumiria” sozinha. O Hospital Evangélico de Curitiba tem ótimos médicos, mas uma precária infraestrutura: leitos de UTI enferrujados, as visitas entram na UTI sem a devida prevenção de higiene, as pessoas que ali trabalham(enfermagem:?) entram e saem da UTI e caminham pelo Hospital com o mesmo avental. Eu que não sou da área da Saúde pude observar problemas que poderiam ser facilmente corrigidos naquele hospital, obviamente pacientes internados pelo SUS. Nos quartos(SUS) a situação é pior ainda. No 6 andar,por exemplo, tem certos quartos com 12(ou mais) pacientes e pouquíssimo(para não dizer dois ou três para 30 pacientes) pessoal na enfermagem. As paredes descascadas, sem pintura, banheiro coletivo e sujo, enfim, fiquei horrorizada. Com tudo isto, pegar uma bactéria ali parece óbvio. Eu constatei tudo isto. Tirei fotos. escrevi tudo o que vi. E daí, quem sou eu para mudar algo tão DEVASTADOR como a SAÚDE PÚBLICA no Brasil. E isto é em Curitiba, Paraná, considerada cidade européia. Européia em quê?!…Este meu parente ficou 20 dias em casa e depois que já estava um pouco melhor foi fazer seu tratamento(tumor benigno) na Itália, seu país de origem, mais especificamente no norte da Itália. Fui junto e o susto foi maior. O Hospital público, em Udine, na Itália, parecendo um Hotel 5 estrelas. Higienizadíssimo, ótima e balanceada alimentação, tudo novo num Hospital antigo, quartos com no máximo dois pacientes e assim vai. isto é saúde pública e de qualidade. Os médicos deste Hospital italiano disseram que ele(este meu parente0 havia pego, no Hospital dbrasileiro, uma bactéria chamada Klebsiella. a minha pergunta é a seguinte: Afinal, Klebsiella é a mesma que Acinobacter?… Se a Saúde pública no Brasil continuar assim, entra-se com certos probleminhas de saúde num hospital como o Evangélico de Curitiba e pode-se sair com problemas inimágináveis. Isto quando se tem a sorte de sair “andando”. FALTA INFRAESTRUTURA E PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM E MÉDICOS. FALTA TUDO. Investir na Saúde e Educação de um país é questão de SALVÁ-LO da falência social.

  35. Sônia Maria Bianchi

    Os médicos do Hospital Evangélico, em Curitiba, deram alta para um parente meu(depois dele ter ficado internado por 30 dias(10 na UTI e 18 dias no quarto) afirmando que ele estava com a bactéria ACINOBACTER, mas que esta bactéria “não era um problema” e, que estando em casa, a bactéria “sumiria” sozinha. O Hospital Evangélico de Curitiba tem ótimos médicos, mas uma precária infraestrutura: leitos de UTI enferrujados, as visitas entram na UTI sem a devida prevenção de higiene, as pessoas que ali trabalham(enfermagem:?) entram e saem da UTI e caminham pelo Hospital com o mesmo avental). Eu que não sou da área da Saúde pude observar problemas que poderiam ser facilmente corrigidos naquele hospital, obviamente pacientes internados pelo SUS. Nos quartos(SUS) a situação é pior ainda. No 6 andar, tem certos quartos com 12(ou mais) pacientes e pouquíssimo pessoal da enfermagem. As paredes descascadas, sem pintura, banheiro coletivo e sujo, enfim, fiquei horrorizada. Com tudo isto, pegar uma bactéria ali parece óbvio. Eu constatei tudo isto. Tirei fotos. escrevi tudo o que vi. E daí, quem sou eu para mudar algo tão DEVASTADOR como a SAÚDE PÚBLICA no Brasil. E isto é em Curitiba, Paraná, considerada cidade européia. Européia em quê?!…Este meu parente ficou 20 dias em casa e depois que já estava um pouco melhor foi fazer seu tratamento(tumor benigno) na Itália, seu país de origem, mais especificamente no norte da Itália. Fui junto e o susto foi maior. Hospital público parecendo um Hotel 5 estrelas. Higienizadíssimo, ótima e balanceada alimentação, tudo novo num Hospital antigo, quartos com no máximo duas pessoas, e assim vai. isto é saúde pública e de qualidade. Os médicos de lá disseram que ele havia pego, no Hospital daqui, uma bactéria chamada Klebsiella. a minha pergunta é a seguinte: Afinal, Klebsiella é a mesma que Acinobacter?… Se a Saúde pública no Brasil continuar assim, entra-se com certos probleminhas de saúde num hospital como o Evangélico de Curitiba e sai com problemas inimágináveis. Isto quando se tem a sorte de sair. FALTA INFRAESTRUTURA E PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM E MÉDICOS. FALTA TUDO. Investir na Saúde e Educação de um país é questão de SALVÁ-LO da falência social.

  36. maria cristina matos de barros

    Minha tia foi internada no Hospital Geral do Ingá em Niterói-RJ com pneumonia, ela estava no quarto mas devido a uma insuficiência respiratória teve que ser transferida para a UTI e lá permaneceu por 5 dias, ontem de alta novamente no quarto o médico informou que ela pegou essa bactéria que até então não sabíamos do que se tratava, mas vendo aqui neste site que ela é perigosissima, não sei o que fazer já que não existe remédio que combata essa bacteria, somente Deus para ter misericórdia da vida dela e curá-la tenho fé que ela volte logo para casa.
    O governo precisa tomar ciência destes fatos e procurar logo um antibiótico que consiga combater essa bacteria, porque ela está se espalhando, muitos casos não são divulgados e por isso que nada foi feito até agora.
    Att,Cris.

  37. TRABALHO NUM HOSPITAL ESTADUAL E O QUE MAIS VEJO É HISTÓRICO DESSE TIPO, AS VEZES CUIDAMOS DO PACIENTE E SÓ DEPOIS FICAMOS SABENDO DA DOENÇA, HÁ CASOS DE PACIENTE INFECTADO QUE CONTINUOU COM OS OUTROS NUMA MESMA ENFERMARIA E SÓ DEPOIS FOI TRANSFERIDO PARA O ISOLAMENTO, CUIDEI DESSA PACIENTE POR 2 SEMANA E NÃO SABIA DE NADA, KPV, MARSA, TODAS ESSAS DOENÇAS ESTÃO PRESENTE DENTRO DA ENFERMARIA, ACHO ISSO UM ABSURDO E FALTA DE RESPEITO PARA COM OS OUTROS PACIENTES, QUE CORREM O RISCO DE SE ENFECTAR TAMBÉM, AS VEZES OS PACIENTE PEGAM ESSAS BACTÉRIAS E NEM SABE COMO, TÁ AÍ UM EXEMPLO, ENFERMARIA CHEIA,E PACIENTES INFECTADOS JUNTOS, A LEI DA DESUMANIDADE…ESSE É O NOSSO BRASIL, ENQUANTO GASTA MILHÕES COM OLIMPIADAS E FUTEBOL OS POVOS MORREM….

  38. andreia pandolfi do nascimento

    perdi minha sobblinha sabádo paasado de apenas 3 meses de nascida,os médicos falaram que é a bactéria kpc,essa semana a mãe dela fez exames e comprovou que ela tem também.o que ela deve fazer pra não afetar os proximos filhos que ela tiver?

    • Maria José Maciel Gome

      gostaria de saber quais exames ela fez para detectar essa bactéria me ajuda por favor obrigada

  39. Olá…
    Estou internada a uma semana na Santa Casa de Juiz de Fora mg. Com quadro de infecção renal(pielonefrite). Apos alguns exames foi constado que eu estava com essa bacteria “kpc”. Estou fazendo uso de antibiotico(TAZOBACTAM), e ela esta controlada. Gostaria de esclarecer que não contrair essa bacteria no hostital.

  40. Ola me genro esta no Hospital Brigadeiro em SP por causa de uma Leueima a qual Graças a Deus nao estamais em seus sangue, mas pegou a bacteria KPC e ninguem diz nada no hospital, será que o secretario de saude sabe disso, porque estao escondendo, da ala onde esta internado em menos de 45 dias 10 pessoas faleceram por causa da bacteria e ninguem faz nada. Ta na hora de chamar a imprensa e botar a boca no mundo.

  41. Meu pai está internado a aproximadamente na Santa Casa de SP, e hoje depois de uma nova urocultura, foi costatado que ele está infectado pela bactéria KPC. Os sintomas são exatamente os expostos nos comentários sitados neste site, ou seja, infecção renal, dores no corpo, principalmente nas costa e nas pernas. Também apresenta um estado de confusão mental,desidratação e há alguns dias inchaço nas mãos, pernas e abdomên. Devido a seu estado clinico muito debilitado e baixa resistência, gostaria de saber o quanto esse quadro pode agravar a situação, obrigado.

  42. Só para relatar mais um caso de kc no Hospital Sao Cristóvão na motoca, meu pai se encontra nesta situacao.

  43. olá dt bém? a minha irmã está internada no isolamento do hospital são paulo, depois de uma sirurgia de ulcéra, e contraiu a bac kpc na uti, esta internada há 60 dias, será que ela vai se recuperar? estamos orando e pedindo a DEUS por ela, pois os antibioticos não estão surtindo eféitos… se tiver alguma coisa que possa nos orientar te agradeço desde-ja grato enio ramon.

  44. Joselia Lisboa

    Boa Noite!
    Meus amigos, estou muito preoculpada com uma pessoa muito querida nossa. Ela pegou está B. KPC no hospital UNIMED nós amigos estamos rezando e pedido a DEUS pela a cura dela. Nossa querida medica. Que Deus dê a cura a ela.

  45. Meu pai está nesta situação também, fez safena e está infectado pela KPC, que está deixando-o com insuficiência respiratória, sua cirurgia não cicatriza, seu rim está parando. Está muito difícil, pois já faz 50 dias que está nesta luta.

  46. Nossa mãe contraiu essa bactéria no HOSPITAL SÃO CRISTOVÃO NA CIDADE DE SP BAIRRO DA MOOCA, ELES DIZEM QUE ELA ESTA COLONIZADA PORÉM Ñ EM ATIVIDADE… MAS E AGORA? ISSOO VAI EMBORA SOZINHO?? ESTA A 23 DIAS INTERNDADA DEPOIS DE UM AVC…

    • Olá Pasquim, obrigado por compartilhar conosco!
      Recomendamos que procure sempre ajuda médica especializada no hospital que lhe for mais conveniente. Nosso site é apenas um canal para reunir informações sobre a bactéria, mas não somos profissionais da saúda especializados no assunto. Somos apenas curiosos levando informação ao conhecimento de todos, e histórias como a sua nos ajudam a enriquecer o conteúdo do site para que outras pessoas saibam que não estão sozinhas.
      Obrigado e melhoras à Sra. sua mãe. Que Deus a abençoe!
      Att

  47. viviane rocha

    Gostaria de relatar mais um caso de infecção hospitalar pela superbactéria KPC em Recife-PE. Minha avó está internada no hosital Unimed II (que fica na ilha do leite), após 3 infartes realizou uma cirurgia para colocação de 4pontes de safena. Está internada em uma UTI especial para o período pós-operatório, na qual não pode receber nenhuma visita. Hoje foi diagnosticada a contaminação pela KPC, e será transferida para uma outra UTI para evitar a contaminação de outros pacientes.

  48. cuidado gente meu pae entrou no hospital regional da unimed com pressão alta e saiu de la da uti direto para o cimiterio pois tive que brigar na justiza com essa unimed que só tem nome mais não presta e jeio de bacteria dentro dessas uti do hospital eles mim enganarão mais eu lutei pelo direito do meu pae ser tratado la ,porquer que agora eles não atendem mais nucleo la no hospital porque os pacientes tavão pegando bacteria e ele enpurano pra casa mais as familias via os casos de outros pacientes e não levava entrava na justiza.cuidado gente.

  49. eu trabalho em um hospital publico, e fico meio em dúvida pois sei que esta cada vez maior o numero de kpc nos hospitais e estão abafando muito para não haver muito alarde, portanto cuidado, evitem ir á hospitaissó vão em extrema nescessidades pois autoridades estão abafando a potência desta situacão, esta virando um surto até em SC. mas o que me deixa preocupada é a exposição de quem trabalha na limpeza de hospitais, ou seja, recolhimento de lixo, isto é uma forma de contato pois não se sabe a potencia desta bacteria .

  50. ESSA BACTERIA KPC ESTÁ ESPALHADA EM 37 ESTADOS AMERICANOS. AGORA VEJAM BEM, ELA FOI DESCOBERTA NA FUMAÇA QUÍMICA DE CHEMTRAILS, ESSES AVIÕES A JATO MISTERIOSOS QUE SOLTAM NO AR. NÃO SÃO AVIOES COMUM, NÃO TEM PASSAGEIROS E SIM TONÉIS DE VENENO QUE DESCARREGAM NO AR COM O INTUITO DE MATAR !

  51. Minha mãe foi diagnosticada com a kpc, e mora comigo, corro o risco de alguém da família ter sido contaminado com a bacteria?

  52. Gostaria de saber qual produto é mais indicado para a higienização do quarto? O kit de isolamento para limpeza deve ficar dentro do banheiro do paciente? E apenas a luva, mascara e avental descartável são suficientes como epis…???
    Att,
    Fernanda

  53. Reinaldo Ferreira Rocha

    Bom dia. O meu pai a 3 meses ficou internado no CTI no hospital Universitário do Fundão na Ilha do Governador RJ. Fizeram vários exames nele inclusive cirurgia de cabeça para retirada de um coágulo, ele se alimenta por uma sonda colocada pelo nariz até o estômago. No momento encaminharam para a enfermaria num quarto isolado e só agora os médicos disseram que ele contraiu a bactéria KPC. Nesta semana ele fará uma outra cirurgia para retirada da sonda e fará uma abertura na sua barriga para que ele venha a se alimentar diretamente pelo o estômago. Segundo avaliação dos médicos acham que o meu pai terá alta até o dia 16 de novembro. Achamos um absurdo isso e a família não vai autorizar a liberação do meu pai nessas condições. Caso venha acontecer estarei entrando com ação na justiça de erro médico, pois ele(meu pai)estava muito bem de saúde, agora o hospital quer dar a alta ao paciênte para se tratar em casa sem termos a mínima condição. Gostaria de uma orientação a respeito, pois a ANVISA tem tomar as devidas providências do que está acontecendo naquele hospital. Obrigado

  54. não aguento o sofrimento das cça na uti que tipo de medicação de vem tomar el come uma fruta e em seguida faz bacteremia

  55. OUTRO DETALHE, SE A KPC EXISTE HOJE, É GRAÇAS AO USO INADEQUADO DOS ANTIBIÓTICOS, COMO O RETARDADO EM CIMA QUE NÃO FOI AO MÉDICO, MAS JÁ USOU 12 ATB!!
    ME DESCULPE, MAS SINCERAMENTE VOCÊ MERECE PASSAR POR ISSO MESMO!

  56. MEU DEUS!
    PROCUREM QUEM PODE AJUDAR: MÉDICOS!!!
    DEPOIS FICA MUITO TARDE PRA RESOLVER O PROBLEMA E VÃO SE ARREPENDER!

  57. fabia odizio zanqueta

    ola….trabalho na area hospitalar no setor da infectologia, usamos epis, porem exitec pacientes em isolamento por kpc, gostaria de saber se mesmo sendo saudavel e utilizando epis, posso me contaminar acidentalmente…….obrigada…..

  58. OLÁ PRA TODOSM, TENHO UMA IRMÃ INTERNADA NA SANTA CASA EM SÃO PAULO, Á MAIS OU MENOS UM MÉS, DEU ENTRADA LÁ COM PROBLEMAS RESPIRATORIOS, E QUANDO JA ESTAVA DE ALTA O MEDICO ME DISSE QUE FARIA ALGUNS EXAMES PRA SE SERTIFICAR QUE ELA ESTAVA BEM. FOI AO IR BUSCAR MINHA IRMÃ NO HOSPITAL QUE FUI INFORMADA PELO MÉDICO QUE NÃO TINHA COMO ELA TER ALTA POIS ELA TINHA ADIQUIRIDO ESTA DOENÇA KPC,ATÉ ENTÃO PERGUNTEI AO MÉDICO SE ERA SERIO , ELE ME DISSE, QUE NÃO ERA UMA SIMPLES BACTERIA QUE IRIA TRATA-LOS E LOGO MINHA IRMÃO TERIA ALTA, MUITO CURIOSA PROCUEREI INFORMÇOES NA INTERNET FOI AI QUE ESTE SITE, QUE EXPLICA TUDO SOBRE ESTA DOENÇA. QUE A QUAL A MESMA AINDA NÃO ENCONTRARAM A CURA. ATÉ ONDE ESTA FALTA DE HIGIENE EM HOSPITAIS. E MÉDICOS NEGLIGENTES E NÃO DÁ INPORTANCIA A SAUDE DA HUMANIDADE, S´ RESTA UM MILAGRE E MINHA IRMÃ SAIA DESTE HIOSPITAL COM SAUDE ASSIM EU ESPERO. NADA MAIS ZENEIDA DE SÃO PAULO..

    • zeneida
      23 de maio de 2011
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      OLÁ PRA TODOS TENHO UMA IRMÃ INTERNADA NA SANTA CASA EM SÃO PAULO, Á MAIS OU MENOS UM MÉS, DEU ENTRADA LÁ COM PROBLEMAS RESPIRATORIOS, E QUANDO JA ESTAVA DE ALTA O MEDICO ME DISSE QUE FARIA ALGUNS EXAMES PRA SE SERTIFICAR QUE ELA ESTAVA BEM. FOI AO IR BUSCAR MINHA IRMÃ NO HOSPITAL QUE FUI INFORMADA PELO MÉDICO QUE NÃO TINHA COMO ELA TER ALTA POIS ELA TINHA ADIQUIRIDO ESTA DOENÇA KPC,ATÉ ENTÃO PERGUNTEI AO MÉDICO SE ERA SERIO , ELE ME DISSE, QUE NÃO ERA UMA SIMPLES BACTERIA QUE IRIA TRATA-LOS E LOGO MINHA IRMÃO TERIA ALTA, MUITO CURIOSA PROCUEREI INFORMÇOES NA INTERNET FOI AI QUE ESTE SITE, QUE EXPLICA TUDO SOBRE ESTA DOENÇA. QUE A QUAL A MESMA AINDA NÃO ENCONTRARAM A CURA. ATÉ ONDE ESTA FALTA DE HIGIENE EM HOSPITAIS. E MÉDICOS NEGLIGENTES E NÃO DÁ INPORTANCIA A SAUDE DA HUMANIDADE, S´ RESTA UM MILAGRE E MINHA IRMÃ SAIA DESTE HIOSPITAL COM SAUDE ASSIM EU ESPERO. NADA MAIS ZENEIDA DE SÃO PAULO..
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      • Amanda Yorioka

        Pelo visto o problema é grave na Santa Casa de SP.
        Meu pai também foi contaminado lá.

        • Estas bactérias resistentes são mais facilmente encontradas nos melhores hospitais, que recebem grande variedade de casos complicados e que usam em maior escala todo tipo de antibiótico, o que com o tempo vai tornando as bactérias mais resistentes, criando as superbactérias, como é o caso da KPC. No entanto, a KPC não é a mais letal. Recentemente, houve um caso na minha família de um parente que foi fazer uma cirurgia e contraiu uma bactéria por via aérea no hospital, levando-o a óbito em uma semana apenas.

  59. Israel Almeida

    Minha tia faleceu esta noite às 21h, infectada pela bactéria KPC, contraída em um hospital particular em Brasília, após uma cirurgia de retirada de apendice. Houve infecção generalizada, aos poucos foram deteriorando os órgãos e matando-a aos poucos, a chamada falência múltipla de orgãos.

  60. Frederico Finizola

    Olá, estou dormindo num quarto de hospital como acompanhante da minha avó, ela tem 93 anos e esta com infecção urinaria, a mesma contraio essa bactéria (KPC), detectada num exame feito hoje (02/05/2011), estou saindo de uma gripe, mais estou bem protegido com avantal de mangas longas, luvas, mascara e meias. Estou correndo algum risco de me contaminar?

  61. ola!já faz uns 6 meses que peguei uma infecção, a minha lingua ficou com uma capa branca e vedendo a pus, cheiro de infecção bacteriana, me desesperei e ao inves de ir ao medico, tomei antibioticos mas não deu certo, ja tomei 12 tipos de antibioticos, agora estou tomando ceftriaxona ontem foi o decimo que tomei seguido, IM, mas o cheiro na lingua não dessaparece nem a capa branca, sera que estou com essa bacteria? por favor me diga o que devo fazer, que ezame devo fazer, ainda sinto tremores pelo corpo, essa bacteriada tem cura ou pode ser retirada do corpo? como pode ser localizada no corpo?

    • Olá Carlos,
      obrigado por compartilhar sua experiência conosco.
      Você foi a algum médico? Caso sim, qual foi o diagnóstico? Recomendamos fortemente que procure um médico imediatamente ou posto de saúde mais próximo.
      A auto medicação é muito perigosa, e por conta disto que surgem bactérias cada vez mais resistentes, pelo uso desenfreado de antibióticos.
      Não somos médicos, somos pessoas comuns tentando reunir informações sobre a doença. Mas seu caso não parece ser da bactéria KPC. Pode ser algo mais sério, por isso repito: PROCURE UM MÉDICO URGENTE.
      Att,

  62. Danusa Lima

    Aqui em Recife foi diagnósticado mais um caso dessa bacteria ( Hosp. Alfa PE)… porém a mesma estava na enfermaria … será tranferida (ou foi) para isolamento na UTI. Os outros paceintes que estavam na enfermaria podem ter se infectado?

    • Olá Danusa,
      obrigadop pelo comentário!
      Nestes casos o isolamento é indicado para evitar que outras pessoas contraiam a mesma doença. Existe sim a possibilidade de outras pessoas se infectarem, por isto a prevenção ainda é o melhor remédio.
      Att,

  63. Estou a uma semana com os mesmos sintoma, porem em menor proporção. Estou controlando com soro caseiro, e outros meios naturais. Não estive internada,. será que e a mesma bacteria kpc?

    • Olá Adriana,
      recomendamos que procure um hospital ou posto de saúde. A auto-medicação é perigosa. Consulte sempre um médico.
      Att,

  64. Adriana de Paula

    a minha mãe pegou esa bacteria , que saber até que ponto estamos sendo enganados pelos os medicos em recupera a saude dela. Ou podemos ter esperanças ainda da recuperação

    • Prezada Adriana,
      obrigado pelo comentário. Gostariamos de ressaltar que este site não é formado por médicos ou especialistas em saúde. Nossa intenção é apenas reunir informações sobre a doença, pois a mídia não tem divulgado com a amplitude que deveria. Seu comentário nos ajuda em muito, desta maneira sabemos que os casos continuam a ocorrer.
      Não temos condições de dizer se os médicos estão enganando vocês em relação ao caso de sua mãe. Sugerimos que consulte outros médicos, além destes que cuidam atualmente da saúde de sua mãe, para ter uma segunda opinião.
      Desejamos que sua mãe se recupere logo desta enfermidade.
      Continue nos visitando e nos mantenha informado da evolução do caso.
      Att,

  65. Jacqueline de Olveira

    meu subrinho esta enternado e pegou essa bacteria.quais são as chances de ele se salva?

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